Sejam Bem Vindos!

" De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra." Salmos 119:9

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Curiosidades Bíblicas



Curiosidades


1. Quais os livros da Bíblia que tem apenas 1 capítulo?

R: Obadias, Filemom, II João, III João e Judas.


2. Quais os livros da Bíblia que terminam com um ponto de interrogação?

R: Lamentações, Jonas e Naum.


3. Qual o menor livro da Bíblia?

R: II João (possui somente 13 versículos).


4. Qual o maior livro da Bíblia?

R: Salmos (possui 150 capítulos).



5. Qual o menor capítulo da Bíblia?

R: Salmo 117 (possui 2 versículos).


6. Qual o maior capítulo da Bíblia?

R: Salmo 119 (possui 176 versículos).


7. Qual o menor versículo da Bíblia?

R: Lucas 20-30 (possui 8 letras) - O 2º menor é Êxodo 20-13 (possui 10 letras), em algumas traduções este versículo é o menor.


8. Qual o maior versículo da Bíblia?

R: Ester 8-9 (possui 415 caracteres).


9. Quantas palavras a Bíblia contêm aproximadamente?

R: 773.693 palavras.


10. Quantas letras a Bíblia contêm aproximadamente?

R: 3.566.480 letras.


11. Quantos capítulos e quantos versículos a Bíblia possui?

R: 1.189 capitulos e 31.102 versículos.


12. Em quais os livros da Bíblia não encontramos a palavra Deus?

R: Ester e Cantares de Salomão.



segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Dúvidas e questionamentos


Olá se você tem alguma dúvida sobre algum tema bíblico, poste um comentário com a mesma. Se desejar, pode deixar seu e-mail, para enviarmos a resposta.

Como preparar sermões




ÍNDICE

Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

1. O Primeiro Conselho - Da Pregação e da presença de Deus. . . 5

2. Da escolha do Tema e das formas de montar o Sermão. . . . . . . 5
Algumas formas de Montar Sermão:
2.1 – Partindo do tema para o Sermão.
2.2 - Partindo de uma Passagem Bíblica para o Sermão.
2.3 - Partindo de um Hino para um Sermão.
2.4 - Partindo de Uma Experiência para um Sermão.
2.5 - Partindo de uma Notícia de Jornal.
2.6 - Partindo de um fato histórico.
2.7 - Temas de Acordo com a Época.

3. Do desenvolvimento do Tema. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .8
3.1 – Da Introdução no Sermão.
3.2 - Devemos mencionar o Nome/Título do Sermão ou não?
3.3 - Use preferencialmente uma experiência de sua vida.
3.4 - Quantos Textos Bíblicos devem ser usados?
3.5 - Use sempre um ou mais textos do Espírito de Profecia.
3.6 - Do tempo disponível.
3.7 - Do registro da Pregação.

4. Do Final do Culto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
4.1 - Da Finalização do Tema.
4.2 - Da Despedida na Porta da Igreja.
4.3 – Ao Ser Elogiado

5. Belos discursos ou Como Salvar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
5.1 – O vocabulário condizente.
5.2 - Temas polêmicos.
5.3 - Sempre prontos para registrar um tema.
5.4 - Registrar o Texto Bíblico.
5.5 - Da Ênfase.
5.6 - Selecionar e colecionar textos.
5.7 - Quanto tempo deve-se levar para construir um sermão?
5.8 - Pregador um eterno estudioso.
5.9 - “Ide e Pregai”.
5.10 – O momento do Apelo.

6. Exemplos de Temas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .17

7. Temas de Eventos: Casamento, Enterro, etc. . . . . . . . .. . . . . . . .17

8. Temas Educacionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19

9. Fontes para Sermões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20

10. Tudo faz parte do culto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .20
10.1 – Como se vestir e como se portar.
10.2 – A escolha do hino inicial e final.
10.3 – Converse com quem irá apresentar o Cântico.
10.4 – Tenha a seqüência do culta em pequeno papel.
10.5 – Saiba os nomes dos que estão na plataforma.
10.6 – Se cair o sermão no chão.
10.7 – Se faltar energia elétrica.
10.8 – A dentadura do pregador caiu.
10.9 – Cacófatos.
10.10 – A oração final.

11. E se for interrompido por alguém . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 23
11.1 – Seja sempre educado.
11.2 - ... Não deixe desviar o tema central.

12. Cuidados Especiais: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .23
12.1 – Onde devo colocar a mão?
12.2 – O cuidado com o porte.
12.3 – O cuidado com a respiração.
12.4 – Como usar um quadro-negro.
12.5 – O uso de tecnologias.
12.6 – Para onde olhar.
12.7 – A Bíblia que fica sobre o Púlpito.
12.8 – O cuidado com o cuidado.

13. O artigo do Pastor Timm. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

14. Esboço de Sermão Estruturado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .25

15. Ocasiões Especiais Requerem Pequenos Sermões. . . . . . . . . . . .27

16. Como abordar temas de difícil desenvolvimento. . . . . . . . . . . . .27

17. A Pregação do Evangelho Eterno. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .28

18. Um Sermão é a Oportunidade de Salvação de Alguém. . . . . . . . 28

Apêndices A a G. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .29




1 – O PRIMEIRO CONSELHO - DA PREGAÇÃO E DA PRESENÇA DE DEUS .

O sermão é sempre uma oportunidade de decisão e salvação de alguém, mesmo que a decisão não seja integralmente ali e seja posterior, o teu sermão, irmão, fará parte dela. O sermão não inicia quando você o faz ou mesmo começa a falar no púlpito, ele inicia com a tua vida fora da igreja. Continua quando você chega na igreja e quando você ora pedindo a direção do Criador e a presença de Seu Santo Espírito. Ali você estará representando a mensagem do próprio Deus. Prepare-se para ser um instrumento de conversão de pessoas. É muita responsabilidade, mas nunca deverá ser recusada, pois também faz parte do seu enriquecimento espiritual, pois toda vez que pregamos, pregamos para os que nos ouvem e, acima de tudo, para nós mesmos.
A primeira lição que devemos aprender está em Patriarcas e Profetas, página 252, onde a irmã Ellen G. White descreve como deve se comportar quem vai à presença de Deus:

“´E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.´ Gên. 28:17. A humildade e a reverência devem caracterizar o comportamento de todos os que vão à presença de Deus. Em nome de Jesus podemos ir perante Ele com confiança; não devemos, porém, aproximar-nos dEle com uma ousadia presunçosa, como se Ele estivesse no mesmo nível que nós outros. Há os que se dirigem ao grande, Todo-poderoso e santo Deus, que habita na luz inacessível, como se se dirigissem a um igual, ou mesmo inferior. Há os que se portam em Sua casa conforme não imaginariam fazer na sala de audiência de um governador terrestre. Tais devem lembrar-se de que se acham à vista dAquele a quem serafins adoram, perante quem os anjos velam o rosto. Deus deve ser grandemente reverenciado; todos os que em verdade se compenetram de Sua presença, prostrar-se-ão com humildade perante Ele, e, como Jacó, ao contemplar a visão de Deus, exclamarão: ´Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; esta é a porta dos Céus.´”


2 – DA ESCOLHA DO TEMA, DA MEDITAÇÃO E DAS FORMAS DE MONTAR O SERMÃO, SEMPRE SOB A ORIENTAÇÃO DIVINA.

A importância do Tema a ser desenvolvido é primordial e não deverá ser mudado no decorrer do sermão. Do início ao fim, o tema deverá ser um só.
Estude muito a Palavra de Deus. Quando souber ou não souber sobre o que falar peça ajuda ao Deus da Palavra, deixe o Espírito de Deus inspirá-lo. Medite bastante. O irmão verá o milagre da mensagem acontecer.
A escolha pode partir de uma experiência sua ou de alguém conhecido (evite contar histórias que não se tem certeza de ser real), de um hino, de um trecho bíblico. Sempre é melhor partir da base do sermão para o tema do que do tema para o sermão.
Não use temas do tipo “você vai morrer no fogo do inferno”. Muito cuidado com este tipo de sermão persuasivo. Vide o capítulo 5.2.
Sempre tenha alguns sermões já desenvolvidos dentro de sua Bíblia.
Nunca tenha vergonha de copiar bons sermões que os irmãos ouçam na igreja, eles servirão para outras ocasiões, em outros locais.

Veja a seguir, ALGUMAS FORMAS DE MONTAR O SERMÃO:

2.1 - PARTINDO DO TEMA PARA O SERMÃO. Escolha o tema a ser pregado. Pesquise as passagens bíblicas a serem usadas, acrescente uma experiência e um texto do Espírito de Profecia, monte o sermão conforme a seqüência do item “14” desse estudo. Como exemplo, veja um sermão feito sob o tema escolhido: “Três grandes verdades para nossos dias”, no Apêndice A.

2.2 - PARTINDO DE UMA PASSAGEM BÍBLICA PARA O SERMÃO. Igualmente, escolha uma passagem bíblica ou uma história bíblica e desenvolva conforme o item “14” desse estudo. Como exemplo, veja um sermão cuja passagem escolhida foi Jeremias 35, onde narra a linda história dos Recabitas, no Apêndice B.

2.3 - PARTINDO DE UM HINO PARA UM SERMÃO. Os hinos do Hinário Adventista do Sétimo Dia trazem sempre uma passagem bíblica vinculada, o que facilita em muito para começar o sermão.
Como exemplo, hino escolhido: 304 – “VÊEM OS OUTROS CRISTO EM TI?”.
Passagem Bíblica: II Coríntios 3:2-3.
Vide Apêndice C.

2.4 – PARTINDO DE UMA EXPERIÊNCIA PARA UM SERMÃO. Procure sempre contar experiências que tenham fontes seguras, se não souber se é verdadeira, por mais interessante e bonita que seja, dê preferência a outra que seja de fonte segura. Tire uma lição da experiência e busque passagens bíblicas e textos da irmã White para enquadrar no assunto.

Muito cuidado com aquelas relações de experiências que são oferecidas para ilustração de diversos tipos de sermões. Muitas das histórias ali apresentadas podem não ser verdadeiras. Nesse caso, isso se constitui em “fogo estranho”. Deus não é um Deus de mentirinhas, por mais bem intencionadas que sejam. Só use histórias verdadeiramente comprovadas. Lembre-se sempre que o Espírito Santo é que dirigirá o sermão e não se esqueça de NÚMEROS 3: 4 - ”Mas Nadabe e Abiú morreram perante o Senhor, quando ofereceram fogo estranho perante o Senhor no deserto de Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar administraram o sacerdócio diante de Arão, seu pai”.
Alguns podem até invocar o fato de que Cristo contou várias parábolas, mas eu prefiro me manter na posição de que histórias têm de ser verdadeiras para serem contadas num sermão. O que está em jogo é muito precioso. Vide o tópico 3.3.
As experiências, para facilitar, podem ser divididas em três tipos:

Tipo A – Muito espiritual – Experiências que aconteceram e trazem uma grande lição espiritual para toda a igreja, não sendo algo comum. Como exemplo: Na IASD de Madureira (Rio de Janeiro) pregou um irmão da IASD de Freguesia-RJ, que é bombeiro e relatou que o incêndio que ocorreu na Igreja de Madureira e que ele foi convocado para apagar, o fez relembrar sua infância na Igreja e ele retornou para Deus – Pode ser feito um sermão sobre “Não há coincidência em casos espirituais.”;

Tipo B - Espiritual – Experiências que aconteceram e permitem à igreja meditar melhor sobre o tema;

Tipo C - Religiosa – Experiências reais que aconteceram e podem acontecer com qualquer outro irmão, mas ilustram o sermão.

Um sermão de Sábado, deverá sempre conter pelo menos uma experiência Tipo “A”.
Mesmo classificadas conforme acima, ainda podem ser divididas em experiências de impacto e não de impacto. Mas isso é só detalhe.

2.5 – PARTINDO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL. Tomando muito cuidado com as notícias de jornais e revistas. Uma vez o irmão João Barbosa fez um sermão intitulado “Notícias da terra e notícias do Céu.” onde desenvolvia o tema comparando as más notícias da terra e as boas notícias de uma nova terra renovada exaradas na Bíblia. Desde que eu ouvi esse sermão já devem ter passado mais de vinte e cinco anos e ainda me lembro muito bem. “Notícias da terra e notícias do Céu” foi um sermão que marcou muito em minha vida.

2.6 – PARTINDO DE UM FATO HISTÓRICO – Selecionando bem o fato histórico, o irmão deverá aplicá-lo ao viver cristão. Muito cuidado. A irmã White fez muito bem isso no livro O Grande Conflito. (Vide Apêndice).

2.7 – TEMAS DE ACORDO COM A ÉPOCA (Vide item 7). Natal, Trabalho Missionário, Batismo, Funeral, Temas Infantis, Datas de Aniversários, etc. Nunca esquecendo de direcionar o sermão para a salvação em Cristo Jesus. Sempre encerre assim.


3 – DO DESENVOLVIMENTO DO TEMA – SEJA ORGANIZADO.
DEUS É UM DEUS DE ORDEM.
Um sermão deverá sempre responder a três questões:
1 – Qual o problema?
2- Como acontece? Sempre analisando do ponto de vista da salvação.
3- Qual a solução? Se não tiver solução não é um sermão é um problema..

3.1 DA INTRODUÇÃO NO SERMÃO. Bom Dia... Boa Tarde... Boa Noite. O ouvinte ainda não está vivenciando o tema a ser desenvolvido e quer ver uma pessoa educada e bem apresentável na sua frente. Nós nunca sabemos que tipos de pessoas estão nos ouvindo.
Alguns pregadores, na introdução, ainda procuram fazer referência a algum conhecido presente, o que é muito bom, pois cria um laço de amizade e familiaridade com a igreja local. Mas isso deverá ser muito rápido. O mais importante deve ter o maior tempo.
Nunca diga: “Me desculpem, fui chamado na última hora, não tive tempo de preparar o sermão bem.” Reserve o “me desculpe” para quando o irmão pisar no pé de alguém.
Sem ser hilário, não economize nessa hora o sorriso. O sorriso da felicidade de ter aquele privilégio de transmitir tão importante mensagem. Em seguida, faça uma oração curta pedindo a benção de Deus para a leitura de Sua Palavra, mesmo com a Igreja sentada, leia o texto principal do sermão e inicie-o. Deus estará ali para te abençoar.

3.2 DEVEMOS MENCIONAR O NOME/TÍTULO DO SERMÃO OU NÃO? Alguns estudiosos aconselham a nunca dizer o nome ou título do que se vai falar. Evite dizer: Hoje vamos falar sobre o Tema tal. Mas insira o tema pelo menos três vezes no decorrer do sermão. É sempre melhor que o ouvinte conclua sobre que assunto está sendo pregado.

3.3 USE PREFERENCIALMENTE UMA EXPERIÊNCIA DE SUA VIDA. (Vide o tópico 2.4.) O tema pode partir de uma experiência de sua vida. Utilize os textos correlacionados e aplique na vida das pessoas. Relatar a própria experiência ou de algum familiar ou amigo é sempre muito bom por causa do enriquecimento de detalhes e a certeza de que a fonte é segura. Não arrisque contar histórias não verídicas que não tenha certeza de sua origem, Deus não é um Deus de mentiras. Ninguém é tão pobre de experiência que não tenha nada para contar.
O irmão Manoel André, experiente pedreiro, uma vez usou um exemplo em um sermão: Assim como numa construção, que muitos fazem parte durante um tempo e saem antes de terminar, outros a terminam, outros ficam todo o tempo, assim também é na obra de Deus. Esse irmão, depois desse sermão já foi o responsável direto pela fundação de três Igrejas Adventistas no município de Nova Iguaçu (RJ).
Aprenda a observar as lições de vida que acontecem ao seu redor. Uma vez estava numa reunião com representantes de vários bancos e quando procurei uma informação muito importante para transmitir não encontrei. Procurei informar como pude. Depois, ainda na reunião, descobri que a informação estava atrás do papel que estava usando. Aprendi ali que é recomendável evitar escrever dos dois lados do papel. O ideal é o sermão ser escrito só na frente do papel. Eis ai uma lição que, com um pouco de observação, está ao alcance de todos.

3.4 QUANTOS TEXTOS BÍBLICOS DEVEM SER USADOS? Da mesma forma que não se imagina um sermão sem texto bíblico (eu já assisti um), sermão com muitos textos se tornam enfadonhos e a maior parte dos textos devem ser transcritos para evitar a pesquisa na hora da leitura. Mas é sempre importante que um ou dois textos sejam lidos em conjunto com os ouvintes, e, se possível, alguém do público o leia.
Um ponto indiscutivelmente importante é não ficar procurando a passagem e deixar um intervalo silencioso. Fale sobre o texto enquanto procura, apesar do melhor ainda ser marcar todos os textos com marca-páginas, além de transcrevê-los no sermão.
No meu segundo sermão de minha vida, foi numa quarta-feira, falei sobre a fé. Como não sabia exatamente como estruturar um sermão, usei uma concordância bíblica e tirei todos os textos sobre fé que encontrei. O sermão foi na verdade só leitura da Bíblia. Acabava de ler um trecho, começava outro, com pequenos esclarecimentos. Hoje sabemos dar valor ao esforço dos irmãos que pregam com pouca experiência. Os irmãos da igreja de Jardim da Prata tiveram muita paciência comigo. Como eu lhes sou grato.
Mas também já fiz um sermão na Igreja do Méier sobre o Espírito Santo, só com passagens bíblicas. Selecionei todas as passagens importantes, dividi em capítulos e utilizei um retroprojetor com todas as passagens para evitar a procura de todos os textos, tendo escolhido apenas três passagens para que a congregação lesse diretamente da Bíblia. Foi um estudo com muitos textos bíblicos, mas que tinha que ser feito daquela forma. Mas, logo no início avisei como seria feito (vide cap. 12.5). Mesmo nesses casos alguma leitura diretamente da Bíblia deve ser feita.

3.5 USE SEMPRE UM OU MAIS TEXTOS DO ESPÍRITO DA PROFECIA. Não se devem levar textos extensos para serem lidos. Mas sempre lembre que o Espírito Santo pode dar outro direcionamento a esta questão.
Nunca se esqueça, são sempre importantes e esclarecedores os comentários do Espírito da Profecia, por isso todo sermão deve ter sempre citações da irmã Ellen G. White. Após a Bíblia é a maior fonte de informações religiosas disponível. Nós Adventistas do Sétimo Dia temos o privilégio de ter recebido tantos esclarecimentos através da serva de Deus, a irmã Ellen G. White (eu não tenho nenhuma dúvida sobre isso). Devemos usar sempre seus escritos.

3.6 DO TEMPO DISPONÍVEL. Bons sermões podem se tornar enfadonhos, se demorados. Nunca inicie atrasado, nunca ultrapasse o tempo determinado, a menos que sinta que é a vontade de Deus. Paulo pregou tanto que um irmão dormiu, caiu da janela e morreu, depois Paulo foi o instrumento de sua ressurreição.
Numa manhã de sábado, o sermão que foi pregado na Igreja Central do Rio de Janeiro, quando era localizada na Rua do Matoso, e que estendeu-se além do horário normal, foi providencial por Deus. Havia um pregador convidado de outra igreja. A poucos metros da igreja, no horário que habitualmente passariam os irmãos após o término do culto normal, caiu o viaduto Paulo de Frontin. Muitos perderam sua vida ali. Nenhum Adventista do Sétimo Dia. Eu estive lá na parte da tarde daquele bendito Sábado. Contei esta história para o Pastor Rodolfo Cavalieri e ele me disse que o ancião naquela época na igreja Central era seu irmão e que ele não admitia passar do horário. Foi realmente a mão de Deus.

3.7 DO REGISTRO DA PREGAÇÃO. Todo sermão deverá ser anotado onde e quando foi pregado. O ideal é na própria folha do sermão, mas é sempre bom também ter uma anotação própria em outro local. Pregar um sermão repetido por falta de organização é muito triste.


4 – DO FINAL DO CULTO.

4.1 DA FINALIZAÇÃO DO TEMA - Tão importante quanto escolher o Tema é como finalizá-lo. A última frase a ser dita é que acompanhará o ouvinte necessitado. É nela que ele lembrará toda vez que recordar do sermão, por esta razão não fuja do tema central. Nunca faça anúncios ou reuniões, em nenhuma hipótese, após o término do sermão. Sempre que possível, conclua com uma experiência-impacto, que é aquela que sintetiza tudo que foi dito. Nunca diga “Já vou terminar”. Mesmo que olhe para o relógio, não chame a atenção para isso. Seja o último a falar e a encerrar. É essa impressão que será levada para casa.

4.2 DA DESPEDIDA NA PORTA DA IGREJA – De que adianta um sermão em que o pregador chega a chorar, se na hora de apertar a mão na despedida ele está rindo, com piadinhas e numa postura totalmente censurável? E quando aperta a mão de um e fala com outro, num descaso total? Neste caso não é um pregador, é apenas um apertador de mãos. Talvez uma mãozinha mecânica faria melhor. O aperto de mão na saída da Igreja é tão importante como tudo o que aconteceu antes. O pregador deve prestar a atenção em todos que se despedem, como se somente estivesse ali aquele que lhe aperta a mão. Deve ouvir rapidamente e solicitar que aguarde um pouco se houver demora na conversação. Deve desejar um “Feliz Sábado”, alternando com “Deus te abençoe”, ou outras expressões semelhantes, sempre dando preferência de chamar pelo nome os que são conhecidos, não esquecendo do irmão ou irmã antecedendo ao nome. Nunca desprezando o aperto de mão de uma criancinha, de um muito pobre e de um idoso. Ninguém deverá ser esquecido, não importando se está no sol ou sob um guarda-chuva. O pregador não deve ter pressa de ir embora, porque sua missão só termina quando o último sair. Deve olhar nos olhos das pessoas e dar a atenção devida. Ali também podem acontecer decisões.

4.3 AO SER ELOGIADO – Nunca pense que nós somos capazes de fazer um sermão que valha a eternidade. Podemos fazer lindos sermões, podemos fazer emotivos sermões, mas não podemos fazer sermões para decisões eternas. Só o Espírito de Deus pode nos inspirar esses sermões. Não há nenhum mérito nosso nisso. Aquele que é inspirado não deve cultivar o orgulho sobre isso, mas deve ficar exultante porque pode ter sido um instrumento nas mãos de Deus. É um privilégio participar dessa obra, só a eternidade o revelará profundamente. Ao ser elogiado, diga, meu irmão, que está muito feliz por ter sido um instrumento inspirado. Não há nenhuma outra verdade além dessa.

5 – BELOS DISCURSOS OU COMO SALVAR QUEM PRECISA OUVIR.

De que adianta um sermão sobre o amor de Deus feito por alguém que não está sentindo o amor de Deus? Não seria o mesmo que cantar um hino triste sorrindo ou um hino alegre chorando? Um sermão não é para apresentar nossa intelectualidade, mas para salvar. Salvar para a vida eterna.
As pessoas não vêm à igreja para ouvir sermões somente, mas para receber uma resposta aos seus problemas, encontrar Deus. Deus deverá ser encontrado em seus sermões, irmão.

Uma pérola sagrada: Veja o que a irmã E. G. White diz em Obreiros Evangélicos, pág. 152:

“Os homens que assumem a responsabilidade de apresentar ao povo a palavra provinda da boca de Deus, tornam-se responsáveis pela influência que exercem em seus ouvintes. Se são verdadeiros homens de Deus, saberão que o objetivo de pregar não é entreter. Não é meramente fornecer informações, nem convencer o intelecto.
A pregação da palavra deve apelar para a inteligência, e comunicar conhecimento, mas cumpre-lhe fazer mais que isso. A palavra do pastor, para ser eficaz, tem de atingir o coração dos ouvintes. Não deve introduzir histórias divertidas na pregação. Cumpre-lhes esforçar-se por compreender a grande necessidade e anelo da alma. Ao achar-se perante sua congregação, lembre-se de que há entre os ouvintes pessoas em luta com a dúvida, quase em desespero, quase sem esperança; pessoas que, constantemente assediadas pela tentação, estão combatendo um duro combate contra o adversário das almas. Peça ele ao Salvador que lhe dê palavras que sirvam para fortalecer essas almas para o conflito contra o mal”.


5.1 O VOCABULÁRIO CONDIZENTE. Não precisamos usar palavras que poucos irão compreender. O nosso linguajar deve ser de acordo com o público. Se o público é mais sofisticado, podemos aumentar o nível do palavreado adequando-o, mas o mais importante é comunicar e comunicar o desejo de que Deus quer salvá-los. De que adianta um sermão lindo que todos esquecem ao sair, passa a ser mais um discurso do que um sermão. Sermão é para salvação e não para demonstrar nossa capacidade e nosso conhecimento. Paulo, que era muito culto, disse em Romanos 9: 19 a 22: “19. Pois, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos para ganhar o maior número possível: 20 Fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse eu debaixo da lei (embora debaixo da lei não esteja), para ganhar os que estão debaixo da lei; 21 para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. 22 Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.”
Não é condizente com o lugar que se adora a Deus um linguajar chulo, com gírias, muito menos o uso de “né?”, “entendeu?”. Aprender a desenvolver um linguajar sem esses cacoetes é compreender que no público tem todo tipo de pessoas, inclusive aquelas que não estão habituadas a esses tipos de palavras. A aplicação de certas palavras corretamente. O dicionário registra que podemos usar tanto anciões como anciãos. No entanto, o plural de sermão é sermões e não sermãos. O consagrado uso, especialmente em orações, de “vir de encontro às nossas necessidades” (seria isso um choque) em lugar do correto “vir ao encontro de nossas necessidades”. O primeiro uso totalmente errado.
Mas este é o mais importante ponto a ser considerado num pregador. Não é o fato de não ter o pregador a oportunidade de ter estudado que irá diminuir a importância de sua pregação. Deus não vê como o homem vê. Mas se podemos oferecer algo melhor para Deus, devemos estudar e aprimorar os nossos conhecimentos. Ele merece o melhor de nós.

5.2 - TEMAS POLÊMICOS. A Igreja não é lugar de se expor nossas próprias idéias ou idéias de outras pessoas que não coadunam com a doutrina. O manual da igreja diz na página 214: “Nenhum ministro, ancião de igreja ou outra pessoa tem o direito de fazer do púlpito um foro para defender pontos controversos de doutrina ou de procedimento. A Igreja não confere a pessoa alguma o direito de expor seus pontos de vista pessoais dessa maneira.”
Da mesma forma, não devemos usar o púlpito para falar mal de outras igrejas, mas se tivermos de abordar temas proféticos que fatalmente tem de ser citadas outras igrejas, devemos sempre lembrar-nos de que pode estar sentado alguém que pode ser ferido se não soubermos dosar as palavras. Deixe o convencimento com o Espírito Santo, evite magoar as pessoas agredindo as suas denominações. O Pastor Graciliano sempre diz uma coisa muito interessante: “Por que escolher a pior forma de falar, se há outras tantas formas melhores de se dizer a mesma coisa?” Isso também serve para nós em nossos relacionamentos diários. Veja, por exemplo, se não é mais agressivo dizer: Irmão, Sábado não é dia de se ler jornal. Quando se pode dizer: Irmão, o Sábado ficará muito melhor se não lermos jornal, ouvirmos rádio e vermos televisão.


5.3 - SEMPRE PRONTOS PARA REGISTRAR UM TEMA. Seja num sonho de noite, seja na condução, sempre temos de anotar imediatamente uma grande idéia. Daniel sonhou e imediatamente registrou o sonho (escreveu logo) para não esquecer os detalhes (Veja em Daniel 7: 1). (Não transcrevi o texto bíblico de propósito).


5.4 – REGISTRAR O TEXTO BÍBLICO no sermão, transcrevendo-o na íntegra e com a localização na frente, impede que haja equívocos de citação errada, mas, sempre lembrando, que mesmo que transcrito é importante que haja a procura para leitura direta da Bíblia por parte dos irmãos de alguns textos. Pode ser um texto no início e outro no final.


5.5 – DA ÊNFASE. Devemos pregar a uma pessoa só como se houvesse mil e devemos pregar a mil pessoas como se houvesse apenas uma. Em síntese, não se pode perder o entusiasmo apenas por ter um ouvinte e não se deve pregar a muitos sem perder a noção de que aquele sermão é para alguém que está ouvindo e que não sabemos quem é. Isso eu aprendi com o Pastor Rayol, que já dorme no Senhor.


5.6 – SELECIONAR E COLECIONAR TEXTOS. Não tenha pena de marcar sua Bíblia e os livros que forem lidos. Os textos mais importantes devem estar destacados. Pode ser um destaque na margem, embaixo (se pequeno texto) ou um colorido claro (tipo amarelo). Só cuidado para não marcar tanto que ninguém consiga lê-los mais. Na hora do sermão, mantenha todos os textos com pequenos papéis (marca-página) destacando a sua localização rápida na Bíblia e nos livros a serem lidos.
O pregador deve ser um “colecionador” de textos. Os principais textos da Bíblia, do Espírito de Profecia e textos históricos, devem sempre estar ao alcance para rápida localização. Texto do Espírito de Profecia para guardar, por exemplo: “Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus”. E.G.White, Parábolas de Jesus, pág. 69.
O pregador também deve ter a preocupação de não ser apenas um “colecionador” de textos. O conhecimento deve ser levado a todos da igreja. Guardar não significa não disponibilizar. De nada adianta saber todo o conhecimento do mundo se esse conhecimento não gerar benefício para o seu próximo. Ensine os mais jovens a sagrada missão de ser um pregador, disponibilize o conhecimento, mesmo que tome o cuidado para que não levem para suas casas e “esqueçam” de devolver. O conhecimento não é nosso, é um dom que Deus nos emprestou para levá-lo àqueles que necessitam aprender a salvar.

5.7 – QUANTO TEMPO DEVE-SE LEVAR PARA CONSTRUIR UM SERMÃO? Um sermão pode levar uma vida toda, principalmente se ele conta a história de sua vida ou a de alguém. É sempre importante registrar todos os sermões que somos instados a fazer, completando-os no decorrer de nossa vida. Alguns serão feitos com mais rapidez, outros não terão prazo para terminar. Imagine quantos anos levei para ter as poucas experiências que aqui registro.


5.8 - PREGADOR, UM ETERNO ESTUDIOSO:
II Pedro 3: 18 – “antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. ...”

Paulo, em Romanos 12, versículo 7, enfatiza: “se ministérios, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina, esmere-se no fazê-lo.”

“Esmere-se”, diz Paulo. Pregar não é para demonstrar o cabedal de conhecimentos que temos, mas não devemos nunca deixar de estudar a verdade com o objetivo de salvar almas sedentas. Não precisamos conhecer a mentira para saber a verdade, basta saber a verdade bíblica. Falando sobre o esforço que temos de fazer para sempre obter mais luz, a irmã E. G. White declara em Obreiros Evangélicos, pág. 151 e 152:

“Nesta época de trevas morais, é preciso alguma coisa mais do que secas teorias para mover as almas. Os pastores devem manter ligação viva com Deus. Devem pregar como quem crê naquilo que diz. Verdades vivas, caindo dos lábios do homem de Deus, farão com que os pecadores tremam, e os convictos exclamem: O Senhor é meu Deus; estou resolvido a colocar-me inteiramente do lado do Senhor.
O mensageiro de Deus nunca deve deixar de esforçar-se por obter mais luz e poder. Ele deve lidar sempre, orar sempre, sempre esperar, por entre desânimos e trevas, decidido a adquirir um perfeito conhecimento das Escrituras, e a não ficar atrás em dom algum. Enquanto houver uma alma a receber benefício, ele deve avançar sempre com renovada coragem a cada esforço. Enquanto for verdade que Jesus disse: "Não te deixarei, nem te desampararei" (Heb. 13:5), e a coroa da justiça for oferecida ao vencedor, enquanto nosso Advogado interceder em favor do pecador, os ministros de Cristo devem trabalhar com esperançosa e infatigável energia, e perseverante fé”.
Nunca me esqueço, estava na estação de trem de Deodoro (Rio), quando o pastor da igreja de Nilópolis (não recordo o nome), desceu rápido as escadarias do lado oposto e sentando-se abriu um livro e ficou lendo, até que segui o meu caminho. Ele não me viu, nem soube que eu o observava. Todo pregador deve aproveitar as oportunidades para ler e aprender mais.

Não poderia deixar de acrescentar a urgência e a necessidade de que, em todas as nossas igrejas, tenhamos uma biblioteca, mesmo que com poucos livros. Não podemos justificar o fato das pessoas não terem acesso às mensagens de Deus só porque sejam pobres. Todo pregador deve se engajar nesse propósito. A pregação da Palavra não é somente para os que estão fora do arraial de Deus, mas também para fortalecer a nossa fé. É uma grande responsabilidade ser um pregador, tendo ou não cargo na igreja e deixar este tema em segundo plano. Muitos justificam que os livros são emprestados e não retornam, mas posso garantir que, se apenas um só livro retornar, já será válido o investimento. Que Deus lhe inspire a meditar neste tema. Uma biblioteca na igreja com os livros do Espírito de Profecia irá consolidar a fé de muitos e os envolvidos verão como ganharam com isso. Todo pregador deve ser um estudioso e um propagador da necessidade de todos serem estudiosos primeiramente da Palavra e também nas matérias escolares. Seja um sedento por saber. Nunca se contente com o que sabe. Busque sempre, busque sempre o saber que o levará à eternidade junto ao Nosso Salvador.
Recordo de um sermão em que o pregador falava da rocha que Moisés bateu (Números 20:8) e as conseqüências desse ato. A grande lição era que Deus perdoa mas as conseqüências dos atos advêm. Disse tudo, menos que ele não deveria bater porque a Rocha representava a segunda vinda de Cristo e que na primeira vez Deus havia mandado bater (Êxodo 17:6), na segunda não, pois a primeira rocha representava a primeira vinda de Cristo e a outra a segunda vinda de Cristo. São sermões que não são estudados. Tudo isso já temos no Espírito de Profecia (Veja Patriarcas e Profetas – “A rocha ferida”, pág. 411). Basta uma pequena pesquisa e já temos tudo. Não há desculpas para dizermos algo errado ou incompleto. Nós temos o privilégio de ter o Espírito de Profecia e os Comentários Bíblicos Adventista do Sétimo Dia, mesmo que em inglês e espanhol (não sei o porquê ainda não ter sido editado em português brasileiro), mas está disponível para todos na Internet. Sempre há um irmãozinho mais experiente que pode ser consultado e que terá o maior prazer em ajudar.


5.9 – “IDE E PREGAI...” Ser pregador do Evangelho é o único dom disponível para todos. Ninguém terá desculpa por não ter pregado a salvação. Dos quatro “T”, Tempo, Templo, Talento e Tesouro, o único que irá para a Nova Terra é o Talento. O tempo será eterno e não finito como o nosso atual. O templo, que é nosso corpo, será transformado. O tesouro daqui será destruído. Este é o maior privilégio entregue nas mãos dos seres humanos. Na Nova Terra é que teremos a verdadeira dimensão desse privilégio de participar na obra da salvação de almas neste mundo de pecado. Veja que importante está escrito no livro Evangelismo (Aliás, merece ser lido todo), pág. 172: “Que privilégio o de trabalhar pela conversão de almas! Elevada é a nossa vocação. ... A fim de capacitar-nos para fazer este trabalho, o Senhor nos fortalecerá as faculdades mentais, tão certamente como o fez com a mente de Daniel. Ao ensinarmos os que jazem em trevas, a compreender as verdades que nos iluminaram a nós, Deus nos ensinará a compreender estas verdades ainda melhor, nós mesmos. Ele nos dará palavras adequadas para falar, comungando conosco por intermédio do anjo que está ao nosso lado. Manuscrito 126, 1902.”


5.10 – O MOMENTO DO APELO. Este é o ápice de todo o culto. Todos têm um papel importante nesse momento sagrado. A igreja deverá estar em espírito de oração, as crianças junto aos pais, os diáconos a postos, todos contritos para que o Espírito de Deus fale aos corações. Não é o apelo uma responsabilidade só do pregador, mas de todos. O ideal é que seja feito sempre ao final, mas nada impede que sejam feitos pequenos apelos durante o sermão, principalmente se o pregador sentir que Deus quer que seja em determinado momento. Um exemplo de apelo é: Não vou perguntar ao irmão e à irmã quantas almas os irmãos ganharam este ano. Mas vou perguntar: Quantas almas os irmãos tentaram ganhar este ano? Esta é a pergunta que Jesus fará a cada um de nós.



6 – EXEMPLOS DE TEMAS.

Crie seus próprios temas. Aqui estão algumas sugestões, observe que alguns são comparativos entre duas situações requerendo uma decisão de escolha dos ouvintes:

a) Trezentos de Gideão – Trezentos de Esparta – Histórias semelhantes com fins diferentes.
b) Não se escolhe arrepender-se. Mas se escolhe a quem servir.
c) Noé, o pregador que não converteu ninguém.
d) Quanto mais dependentes de Deus, mais independentes do mundo.
e) A oportunidade de salvação pode estar ao lado.
f) O culto do eu sozinho. Prepare-se, no final será assim.
g) Heróis da Terra e Heróis do Céu – Só haverá eternidade para um grupo.
h) Notícias da terra, notícias do Céu ou Como medir o interesse no Céu estando ainda na terra.
i) Titanic e a arca de Noé, feitos para serem indestrutíveis. A diferença estava na direção divina.
j) Há caminhos mais fáceis do que o cristianismo. Por que escolher o cristianismo?
k) Uma coroa de espinhos para dar uma coroa de ouro.
l) A igreja não é lugar para buscar emoções (Veja MJ-106).
m) Um sermão para as cadeiras vazias. (Incentivo para preenchê-las).
n) Quase salvo, quase perdido. Duas histórias de homens ricos. Mat.19 e Lucas 19. (O jovem rico e o Cobrador de Impostos rico), no primeiro Jesus disse ser muito difícil o rico salvar-se, no segundo Ele hospedou-se na casa de Zaqueu, o rico que foi salvo. Foi fácil a salvação do segundo. A questão então não era a riqueza, mas a decisão.
o) Leia a primeira visão da irmã E. G. White em Primeiros Escritos. Um sermão pronto.
p) “Lembra-te do dia de Sábado...” (Êxodo 20). Deus sabia que os cristãos iriam esquecer.


7 - TEMAS DE EVENTOS:

a) CASAMENTO – Um dos temas pode ser “O casamento em que Jesus compareceu”. Está lá em João Capítulo 2.
- Um outro tema pode iniciar por uma pergunta à Igreja e você mesmo respondendo: Qual foi a única coisa que Deus viu que não era boa na criação, durante a criação? Que o homem esteja só. Leia em Gênesis esta história antes de responder.
Desenvolvi este tema uma vez no aniversário de casamento de um casal da igreja. Ao final transcrevo parte deste sermão, no Apêndice F.

b) ANIVERSÁRIO – “Aniversário. Um presente de Deus para reconhecermos sua criação e manutenção de nossa vida”. O único lugar que a Bíblia menciona a palavra aniversário está em Marcos 6 – Herodes aniversariou e mandou cortar a cabeça de João Batista. Usou seu aniversário para fazer o mal. É a ocasião para perguntarmos o que Deus quer de minha vida. Ao inverso de Herodes, dizer para Deus que tudo quanto Ele pedir será feito por mim. É uma ótima data para nos reconsagrarmos ao Deus da Vida. Veja Salmo 116: 12.

c) BATISMO – Eu era ancião na igreja de Nova Iguaçu e o Pastor Melquíades me convidou para fazer o sermão de um batismo no sábado à tarde. Mesmo que não se espere um tipo de convite desses, pois normalmente é o pastor que prega, não devemos deixar de ter desenvolvido um tema desses. Pode ser falado de Maria e Marta (Lucas 10: 38) que escolheu a melhor parte. Do eunuco que Felipe encontrou viajando (Atos 8:26). Acrescentar a experiência da conversão de alguém de sua família ou mesmo de algum irmão que esteja na igreja. Usar um trecho da irmã White. Sempre finalizando com a decisão que deve ser tomada, evitando fazer apelo, pois o pastor o fará após o batismo.

d) SEPULTAMENTO- Uma vez me pediram para falar na hora de um enterro porque souberam que eu era crente. O falecido era pai de uma amiga de minha esposa. Eu não o conhecia. Sabia que era dono de um bar e vendedor de bebidas. Estavam presentes muitos dos bêbados (literais) que lá freqüentavam. O que dizer numa situação dessas? A saída é sempre dizer que todos têm o seu lado bom na vida. Todos têm qualidades. Um homem casado que trabalha para manter a sua família, que nunca mediu esforços para trazer o pão para dentro de casa, merece ser lembrado e respeitado na hora de seu funeral. Deus também trabalha incansavelmente para nossa salvação. Jesus disse que “Até agora Meu Pai trabalha.” A partir daí é só desenvolver o tema sem incidir em nada polêmico, como o estado do homem na morte (Só se sentir que é possível). Procure sempre uma qualidade da pessoa e a compare com o Nosso Deus. Evite falar muito, o importante é uma mensagem que fixe aquele momento em que as pessoas ali estão susceptíveis.
Hino para sepultamento: Exemplo- Hino 564 do Hinário Adventista do Sétimo Dia - Jamais se diz adeus ali (se for cristão).
Passagem para cristão que dormiu no Senhor: Salmo 116:15, Apoc. 14:13.

e) DOENÇA – Ao visitar uma pessoa enferma, nada melhor do que ler um verso da Palavra de Deus que traga ânimo para o doente. Sempre recomendo Salmo 41: 3 e Tiago 5:15. Mesmo não sendo ocasião propícia para se fazer sermões, pois a visita deverá ser breve, a simples leitura da Bíblia e uma oração inspirada já fará mais do que muitas palavras.

f) HOMENAGENS – Não há nada de errado em reconhecer publicamente o que representa para uma comunidade, uma igreja ou para uma família alguém especial. Paulo diz em Romanos 13: 7: “Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” A quem honra, honra. Irmãos idosos que deram suas vidas para a pregação do evangelho devem ser respeitados e lembrados seus feitos ainda em vida. Só se deve evitar que se torne uma homenagem fria como faz o mundo. Toda oportunidade deve ser aproveitada para a pregação do evangelho.
Em II Reis 13, Jeoás visitou Eliseu que estava à morte. Não era comum um rei visitar um profeta à morte. Foi uma homenagem em vida.
Em Mateus 23: 29 e 30, Jesus fala da hipocrisia dos fariseus que homenageavam os profetas depois de mortos, mas em vida não deram a mínima importância para os servos de Deus.
Este capítulo me lembra um dos maiores pregadores que já conheci em toda minha vida. O irmão Moacir Nery de Almeida. Um dia, ele pregando sobre o perdão, disse: Tem de ser muito cristão para confessar um pecado e pedir perdão ao irmão, mas tem de ser muito mais cristão para perdoar. Esse irmão já dorme no Senhor aguardando a bendita esperança.
Lembro-me também do Pastor Penido Lobo Barbosa, também já dorme no Senhor. Diferentemente do irmão Moacir, um dos poucos Pastores que não tinha o dom de pregador. Mas era tão visitador, juntamente com sua esposa Volga, que quando ia pregar numa igreja, a igreja enchia. Um pastor que deixou muitas saudades nos campos onde passou. Os anjos do Senhor guardam o corpo deste bendito servo de Deus. Ficam aqui lembrados seus nomes e de tantos outros que já tombaram e aguardam a volta do Nosso Senhor Jesus Cristo. O triste é que nunca dissemos o quanto significaram para nós ainda em vida. Mas um erro não justifica outro. Devemos tributar honra a esses servos que dedicaram toda vida ao evangelho.


8 – TEMAS EDUCACIONAIS:

Fiz um sermão em que iniciei com o texto de Gênesis cap. 1, versículo 1, em vários idiomas, finalizando em inglês. Todos ficaram olhando eu falar, porque só dei bom dia depois de ter lido aqueles textos incompreensíveis para muitos. Em seguida li o texto em português. Todos compreenderam. Expliquei que os textos lidos eram todos o mesmo, só que nos diversos idiomas. Era proposital, pois queria demonstrar que a mesma coisa pode ser dita sem ter tido a devida comunicação. Expus o que era comunicação, falei das diversas técnicas utilizadas na mídia, esclareci o perigo que estamos expostos ao ler, ver e ouvir, que segundo a Palavra são as “entradas da alma”. Foi um sermão sobre a comunicação. Da mesma forma, fiz outro sermão sobre a depressão. Todos sermões técnicos e educacionais. Mas sempre tomando o cuidado de não ficar só na parte técnica, lembrando que é um sermão para salvar e sempre é bom pedir para um profissional da área dar uma olhadinha naquilo que será falado. Se nós não somos profissionais daquela área, nada nos impede de falar, desde que não receitemos remédios como médico, não estabeleçamos parâmetros comportamentais como psicólogo e não nos posicionemos como profissional qualificado quando não o somos. Tudo pode também ser suprido com citações técnicas não questionáveis.


9 - FONTES PARA SERMÕES:

Uma grande fonte de informações pouco usada é o nosso Manual da Igreja, as lições antigas da Escola Sabatina, as Revistas Adventistas. O livro Desejado de Todas as Nações, Atos dos Apóstolos, O Grande Conflito e outros mais da irmã White que são verdadeiros sermões prontos.

- Faça sempre do sermão uma oportunidade também para ensinar trazendo conhecimentos escolares e curiosidades, nunca perdendo de vista o teor religioso que deve ser enfocado acima de tudo.

– Fontes para utilização do Tema.
Textos da Bíblia Sagrada, livros, jornais, experiência própria (evite sempre que possível contar histórias não comprovadas). A internet hoje é uma inesgotável fonte de informações. Visite o site www.advir.com.br/sermões. Tem também o http://www.centrowhite.org.br/ com material do Espírito de Profecia.


10 – TUDO FAZ PARTE DO CULTO:

Tudo é parte do culto (cada detalhe). Pode ser esta a última oportunidade de alguém ouvir. Não faça sermão sem compromisso. As pessoas têm de sentir seu compromisso com Deus ao falar. Nenhuma pregação, mesmo quando tem poucas pessoas ou de última hora em algum lugar informal, é menos importante do que aquela que é feita num Sábado especial com toda a igreja lotada.


10.1 – COMO SE VESTIR E COMO SE PORTAR. Quando eu fiz meu primeiro sermão, tinha 16 anos de idade. Meu pai comprou um paletó quadriculado numa loja de roupas usadas e eu fui todo entusiasmado para a igreja. Era uma tarde de sábado, um programa chamado Liga, posteriormente chamado de J.A. Fui anunciado pelo irmão Moacir Nery de Almeida, que hoje dorme no Senhor. Levantei-me, achando que seria muito fácil, até que vi que todos olhavam para mim. Eram muito olhinhos. Todos esperavam o que eu tinha para dizer. Felizmente estava tudo escrito. Eu li o sermão sobre o amor de Deus e imediatamente sentei. Foi um sufoco, uma experiência que nunca mais me esqueci. Lembro também de uma vez que fui passar a Lição da Escola Sabatina Geral. Fiquei tão nervoso que comecei a lição sem orar. Observei que um irmão nos fundos da Igreja fazia um sinal que só entendi quando uma irmã veio até mim e disse que estava faltando a oração. O que fazer? Pedi a irmã para orar. Hoje, já passados mais de trinta anos, ainda fico um pouco nervoso ao pregar, mas em seguida tudo volta ao normal. Um pouco de nervoso é normal. Mas a escolha da roupa deve ser a melhor, asseada e mais discreta possível. Deus não pede roupas caras, mas bem apresentável, o melhor que pudermos oferecer. Um nó de gravata bem feito (todo pregador deve saber dar nó em gravata), os sapatos brilhando, são imperativos, mas nunca se esqueça de que não é para a roupa que deve ser chamada a atenção de quem irá ouvir. A máxima é, que não devemos ser os primeiros nem os últimos a adotar a moda honesta. Pregue sempre com a sua melhor roupa. Mas lembre-se, a falta de dinheiro para comprar roupas não deve ser motivo de recusa para o trabalho de Deus. Hoje, em locais muito quentes, os irmãos já pregam só com camisa social e gravata, sem paletós. Enfim, vista-se como se fosse encontrar o Presidente da República. Deus merece e os irmãos agradecem.

10.2 – A ESCOLHA DO HINO INICIAL E FINAL. Tanto o hino inicial como o final deverá ter relacionamento direto com o tema abordado. O hino inicial poderá ser mais animado que o final. O final deverá sintetizar toda a mensagem.

10.3 – A ORAÇÃO INICIAL E OS QUE FAZEM PARTE DO CULTO. As pessoas que irão participar do cântico e aquele que irá contar a história das crianças deverão estar cientes da responsabilidade da apresentação. Com todo tato, diga que tem sempre o hábito de fazer uma oração com aqueles que irão participar do cântico, pois eles completam a mensagem na adoração, e que deverão sentir o Espírito Santo usando-os. Convide-os para participarem da oração que é feita antes da entrada na plataforma. O cântico e a história das crianças são partes importantes do culto. Fazem parte da mensagem.

10.4 – TENHA A SEQÜÊNCIA DO CULTO ESCRITA EM PEQUENO PAPEL. Muitas vezes a seqüência do culto em nossas igrejas não é exatamente a mesma, por isso é importante tê-la escrita, pois facilita qualquer decisão de última hora.

10.5 – SAIBA PELO MENOS OS PRIMEIROS NOMES DOS QUE ESTÃO NA PLATAFORMA, se for preciso citá-los você não precisará perguntar. Isso poderá constar no papel do item anterior.

10.6 – OS IMPREVISTOS E IMPROVISOS – Se cair o Sermão no Chão ou o vento o levar e misturar as folhas. O sermão deverá ter sido estudado e o esboço básico deverá estar na mente. Treine diante de um espelho antes. Não é uma peça teatral, apenas ajuda a lembrar. Mas se tiver alguma dificuldade, não deixe de numerar as folhas. O ideal é que as folhas estejam grampeadas. Uma vez fui pregar na Igreja de Nova Iguaçu-RJ e esqueci o sermão em casa. Mas foi possível, pois Deus me lembrou de cada detalhe. Foi melhor do que se eu tivesse levado o sermão escrito. Deus sempre está na direção. Não tenha dúvidas disso. Outra vez, estava no púlpito e já havia feito a invocação e a apresentação dos Dízimos e Ofertas, o Pastor, antes de anunciar a oração de joelhos, pediu oração da igreja para uma irmã e para um dos anciões que estava ao meu lado que completava naquele dia dezessete anos de casado. O Pastor chamou a esposa desse irmão para participar da oração. Terminada a oração, não me sentei e pedi a irmã para ficar ali no púlpito ao lado de seu esposo, após me retirei. É o típico improviso que dinamiza a igreja.


10.7 – SE FALTAR ENERGIA ELÉTRICA. Isso é muito provável acontecer. Já vi, durante uma pregação à noite, faltar energia elétrica e o pregador continuou a pregar. O pior é que era um sermão baseado em slides. Nesse caso, além de dominar o tema, o ideal é o pregador partir para contar experiências ou mesmo cantar um hino relacionado ao tema, aguardando a regularização da energia. Se demorar mais de dez minutos (pode ser menos, é apenas um parâmetro), encerre o sermão. Mas, dependendo da região onde estiver a igreja, só libere os irmãos quando estiver tudo claro. Este conselho também serve para dias de tempestades. Nisso também tem os dirigentes da igreja uma responsabilidade.


10.8 - A DENTADURA DO PREGADOR CAIU. Esta história eu sempre ouvi na igreja contada por pessoas idôneas, apesar de eu não ter presenciado o fato, mas como é possível, fica como ilustração sobre o comportamento do pregador. Nesse caso o pregador pegou sua dentadura, limpou no terno e a recolocou na boca. Em seguida ilustrou seu sermão com aquela queda. Essa capacidade de unir os fatos que ocorrem quando se está pregando é muito pessoal. A maioria fica nervoso, isso até é o normal. Mas não precisa se preocupar em prever todas as situações, não é possível. Apenas creia que Deus está na direção. Não se desespere, deixe tudo acontecer e intervenha quando necessário, voltando imediatamente ao tema central do sermão.

10.9 – CACÓFATOS. Muito cuidado com os cacófatos, são frases que dão a impressão de estarmos dizendo coisas que não tínhamos a menor intenção de dizer. Exemplo: Em pleno Sábado, no início do culto, ao anunciar o hino o irmão diz: Vamos cantar o nosso hino – Dá impressão de estar dizendo: Vamos cantar o nó suíno (nó de porco). Assim vale também para os filhos teus – Dá a impressão de ser filisteus e outras expressões mais como “homem de pouca fé (pô café), “homem com fé demais (fede mais) ou com fé de menos (fede menos) e outras mais.

10.10 – A ORAÇÃO INICIAL E FINAL. Esta oração é tão importante quanto o sermão todo. Nela deverá ficar resumida todas as necessidades dos ouvintes. Deus deverá ser adorado e honrado nela. A oração final não deverá ser longa, pois tudo que tinha que ser dito já foi falado. Como ensinado por Jesus, a oração deverá ser direcionada ao Pai e finalizada em nome de Jesus.


11 – E SE FOR INTERROMPIDO POR ALGUÉM?

11.1 – SEJA SEMPRE EDUCADO, o Cristão deve isso a todos. Paulo falou em Filipenses 4:5 – “Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens...” É assim que temos de ser conhecidos, pessoas moderadas, educadas. Mas ...

11.2 - ... NÃO DEIXE DESVIAR O TEMA CENTRAL. Se for possível, agradeça a quem interrompeu, esclareça rapidamente a dúvida (ou diga que irá pesquisar mais tarde) e volte imediatamente ao tema central, procurando ligar aquela intervenção com o sermão.


12 – CUIDADOS ESPECIAIS.

12.1 – ONDE DEVO COLOCAR A MÃO? Esta é sempre uma preocupação para quem está iniciando. Se não souber onde colocá-la, não a enfie no bolso, deixe-a pousada (não apoiada) sobre o púlpito. O ideal é que a mão fique parada, entreaberta com os dedos encostados, como fazem os diplomatas. Querendo usar as mãos para transmitir algo, ou apontar para a Bíblia, faça-o e imediatamente retorne para a posição original.

12.2 - O CUIDADO COM O PORTE. Nunca fique apoiado sobre o Púlpito ou sobre algum móvel. Dá a impressão de cansaço. Se preciso for, pregue sentado, mas nunca apoiado. Outra posição terrível é o pregador sentado na plataforma ou quem estiver com ele com as pernas cruzadas. Alguns usam a plataforma para ficar acenando para o próximo que vai fazer algo. Outros conversam e riem. Já vi dirigente de igreja sair e entrar tantas vezes do púlpito durante a pregação que o Pregador, que era visitante, numa das entradas do irmão, parou o sermão e perguntou se ele precisava de alguma ajuda. O Pastor até que foi delicado. Quem está sentado na igreja vê tudo isso, e o pior, é que Deus também vê. Pense nisso.


12.3 - O CUIDADO COM A RESPIRAÇÃO. A respiração é o segredo de muitos conseguirem falar bem durante muito tempo. Existem muitos exercícios respiratórios, mas o mais importante é respirar pela barriga (estômago), como fazem os nenéns e não pelo peito. Alguns comem cebola antes de falar, mas prejudica o hálito. Um bom remédio é borrifar a garganta com uma mistura de mel com própolis e água (melhor se o mel for da nossa Superbom).


12.4 - COMO USAR UM QUADRO-NEGRO. Quadro-negro que hoje é verde, branco e de outras cores. Mas o importante é que quando estiver escrevendo ou apontando para o quadro ou alguma figura, com uma régua ou uma caneta tipo laser, nunca fique na frente do público impedindo a visibilidade do que está sendo escrito ou mostrado. Sempre aponte ficando ao lado do que é para ser mostrado. Quem tem de ser visto pelos interessados é o assunto e não o irmão escrevendo.

12.5 – O USO DE TECNOLOGIAS. Uma vez fui pregar sobre o tema “Trindade” (vide cap. 3.4). Eram necessárias muitas passagens. Como seria impraticável ficar lendo direto da Bíblia, usei um retroprojetor. Isso facilitou muito, pois todas as passagens estavam já transcritas e prontas para serem lidas. Nesses casos, é sempre importante destacar as mais ligadas ao tema e nunca deixar de ler algumas com a igreja diretamente da Bíblia. Outras tecnologias poderão ser acrescentadas para facilitar a comunicação, inclusive a internet.


12.6 – PARA ONDE OLHAR. Não fixe os olhos em alguém ou em algum grupo. Olhe sempre para todos, inclusive de quando em vez para os que estão na plataforma. Se tiver alguma dificuldade nesse sentido, então fixe seu olhar num ponto mais acima da cabeça das pessoas, de maneira a dar a entender que olha para todos.


12.7 – A BÍBLIA QUE FICA SOBRE O PÚLPITO. Procure, assim que estiver no púlpito antes de ser anunciado, organizar seus papéis e a Bíblia que será usada. É normal querer usar a sua própria Bíblia, pois se está mais familiarizada com ela do que aquele Biblão que geralmente está sobre o púlpito. Mas, mesmo para tirar a Bíblia do púlpito, deve-se ter reverência com ela, colocando-a em local de destaque, nunca embaixo do púlpito. Pode-se até mencionar para a igreja que a está tirando porque a Bíblia que o irmão usa já está devidamente marcada e preparada para aquele sermão. Não é porque não será usada naquele sermão que aquele Biblão deixou de ser a Palavra de Deus. Se não tiver onde colocá-la em destaque, deixe sob os cuidados de algum irmão que faz parte da plataforma.

12.8 – O CUIDADO COM O CUIDADO – Parece um título estranho, não? No entanto, o maior perigo para aquele que passa a conhecer os erros que podem ser cometidos por outros, inclusive erros não relatados aqui, é passar a encontrá-los em todos os pregadores e deixar de assistir a mensagem. Encontrar erros passa a ser mais importante que encontrar Jesus no sermão. A mensagem pode vir de irmãos inexperientes, algumas vezes iletrados, sem um preparo como o que julgamos ter. Mas Deus os aceitam e os usam assim mesmo como são. Isto também é vigiar.


13 – O ARTIGO DO PASTOR TIMM – Vide Apêndice D.
O artigo publicado na Revista Adventista de junho de 2001, um marco na história Adventista do Brasil, mostra que devemos voltar a pregar sermões com teor educativo-evangelístico, sempre incluindo um ensinamento dentro dos sermões. Fica claro que é sempre uma oportunidade para incluirmos nos nossos sermões um texto considerado de difícil interpretação para ser esclarecido para os irmãos.


14 – ESBOÇO DE SERMÃO ESTRUTURADO.

a) ESBOÇO SUGESTIVO:

Hino inicial (de acordo com o tema):
Passagem bíblica básica:
Tema (só citar-não mencionar que é tema):
Qual o problema?
História (fato verídico):
Repita o Tema:
Como acontece:
Outra experiência:
Repita o Tema:
Comentário sobre a solução do problema:
Passagem bíblica:
Citação de E.G.White sobre o tema:
Compare o tema com a breve volta de Jesus:
Apelo:
Hino final:


Com o tempo o irmão fará o seu próprio esboço (mas nunca deixe de fazê-lo e estudá-lo).



b) ESBOÇO SUGESTIVO PREENCHIDO:

Primeiramente vamos definir como escolhemos fazer o sermão, vide o item “2”. Por exemplo, vamos fazer um sermão a partir de uma passagem bíblica, escolhamos Jeremias cap. 35. Vide o apêndice “B”:

Hino inicial (de acordo com o tema): 298 (Toma, ó Deus, meu coração).
Passagem bíblica básica: Jeremias capítulo 35.
Tema (só citar - não mencionar que é tema): Submisso a Deus, obediente aos homens.
Qual o problema? Muitos confundem obedecer a Deus com submeter-se a Deus. Confundem também, submissão ao patrão com obediência.
História (fato verídico): Contar toda a história dos Recabitas.
Repita o Tema: Submisso a Deus, obediente aos homens.
Como acontece: Ao patrão devemos obedecer, pois obedecer implica em livre arbítrio. Se ao obedecer ao patrão (o ideal é trabalhar por conta própria) irá atrapalhar a submissão a Deus, opta-se pela segunda parte.
Outra experiência: Fale sobre a história de Jonadabe. II Reis 10:18 a 28.
Repita o Tema: Submisso a Deus, obediente aos homens.
Comentário sobre a solução do problema: Só estando em Cristo é possível ser submisso a Deus.
Passagem bíblica: João 14:7
Citação de E.G.White sobre o tema: Profetas e Reis, pág. 423 a 427.
Compare o tema com a breve volta de Jesus: Só terá salvação quem compreender que à Deus deverá ter um comportamento de submissão, sem questionamentos. Porém, aos homens, um comportamento de obediência com inteligência. Na hora de optar entre obedecer aos homens e submeter-se a Deus, o segundo deverá prevalecer.

APELO: Este é o eterno conflito do homem. Esta é uma visão da história dos Recabitas. A outra é que eles poderiam ter lembrado da história de seu pai Jonadabe junto aos adoradoradores de Baal. Da mesma forma eles foram reunidos para morrer. Não seria aquela reunião também uma armadilha? Mas decidiram ser fiéis. E Deus reconheceu isso diante do povo.
Decida agora ser submisso a Deus. Em tudo, em todo momento e em todo lugar, inclusive fora deste templo.

Hino final: 273 (Confia em Deus) do Hinário Adventista do Sétimo Dia.

Observe que o sermão estruturado poderá ter sua seqüência mudada, de forma a moldar o exato sentido do estudo.


15 – OCASIÕES ESPECIAIS REQUEREM PEQUENOS SERMÕES.

É sempre prudente deixar pequenos sermões prontos para ocasiões especiais. Mas se ocorrer em local que não permita o acesso rápido aos sermões, basta considerar algum fato que tenha chamado a sua atenção para tirar como lição, a partir daí, ligue a um texto bíblico e desenvolva.
A título de exemplo, cito um culto em que o pregador convidou a todos a apertarem as mãos dos irmãos próximos e dizer “Jesus te ama”. Um dos irmãos disse a todos “Você já sabe”, ao invés do que o pregador havia sugerido. Num pequeno sermão bastaria citar esta situação e concatenar com o texto de Colossences 4:5, que o sermão estaria pronto. Um bom título seria “Como se perdem oportunidades.”
O sermão apresentado no Apêndice “E” uma vez foi ligeiramente modificado por mim. Estava num aniversário de casamento e iria pregar. Antes de anunciar qual seria o hino inicial, um irmão sugeriu o hino “Além do Céu Azul”, que não era o que eu escolhera. Cantamos esse hino. Aproveitei para mesclar o hino ao sermão, o que é sempre bom fazer, pois cria uma continuidade com o hino, até com um hino cantado individualmente antes do sermão. Por isso, não se deve dizer no início do culto de Sábado: “Para o início deste culto, vamos cantar o hino...”, pois o culto já iniciou na Escola Sabatina. Naquele dia, naquele sermão, em lugar de só falar do “Deus da Família”, falei do “Deus da Família que nos leva para além do Céu Azul”.


16 – COMO ABORDAR TEMAS DE DIFÍCIL DESENVOLVIMENTO.
Um tema muito difícil de ser desenvolvido é o tema do Santo Dízimo (Creia verdadeiramente que é separado/santo para Deus). Tanto o dizimista como o não dizimista nem sempre gostam de ouvir sermões sobre o dízimo. Normalmente o pregador declara que vai falar sobre Mordomia e acrescenta que mordomia não é só dinheiro, em seguida só fala de dinheiro e de dízimo. Se desenvolve os quatro pilares da mordomia (Tempo, Talento, Tesouro e Templo), na hora do tesouro gasta a maior parte do horário. Mas há fórmulas de falar em Tesouro e Dízimos sem ir direto nele. No Apêndice F, está desenvolvido um sermão que já foi pregado em algumas igrejas no Rio de Janeiro. Fala de dízimo, sem que todos inicialmente descobrissem o tema. No final também há um desvio do tema propositalmente.
Esta maneira de pregar pode ser utilizada para todos os temas de difícil desenvolvimento.


17 - A PREGAÇÃO DO EVANGELHO ETERNO DE APOCALIPSE 14: 6 e 7.
Como membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, não poderia deixar de falar do Evangelho Eterno (Aquele que É, que Era e que Há de Ser). Há muitos evangelhos que pregam a guarda do domingo, mas como nós Adventistas poderíamos pregar diferentemente do que Deus escreveu em Sua Palavra? Como poderíamos trocar o Sábado que identifica o Deus “que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (uma repetição da criação quando Deus criou o Sábado por causa do homem e do quarto mandamento de Êxodo 20:11) pelo domingo, em homenagem a ressurreição de Cristo? Como pregar diferente, se sabemos que Jesus descansou no Sábado mesmo quando estava morto, pois morreu antes do pôr-do-sol de sexta-feira e ressuscitou no primeiro dia da semana, no domingo? Como desconhecer Êxodo 20:8 e Tiago 2:10 e tantas outras passagens?
Estas e outras questões surgem sempre na nossa mente na hora de fazermos um sermão. Mas creia nisto, se Deus inspirou a confecção do sermão, a mensagem deverá ser falada com a devida orientação divina, sem floreios. Veja o tópico anterior é um exemplo. Deus sempre inspirará a falar a verdade de formas a atingir um coração necessitado.


Apocalipse 14:6 e 7:

“6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”.
Ide, irmão, e pregai. Pregai o Evangelho Eterno.


18 - UM SERMÃO SERÁ SEMPRE A OPORTUNIDADE DE SALVAÇÃO DE ALGUÉM, ATRAVÉS DO PODER QUE ESTÁ POR TRÁS DELE.
Veja o sermão de Pedro em Atos 2: 14 a 36. Um sermão simples que não fala nada que eles não soubessem, todavia o segredo estava no Espírito Santo que fazia parte do sermão. Quase três mil pessoas foram batizadas em um só dia.

“Mal fazemos idéia da força que possuiríamos se nos ligássemos à fonte de toda força. Caímos repetidamente em pecado, e pensamos que isso deve ser sempre assim. Apegamo-nos a nossas fraquezas como se fossem qualquer coisa de que nos devêssemos orgulhar. Cristo nos diz que devemos pôr nosso rosto como um seixo, se quisermos vencer. Ele levou nossos pecados no próprio corpo ao madeiro; e mediante o poder que nos deu, é-nos possível resistir ao mundo, à carne e ao diabo”. Mensagens aos Jovens, pág. 105.

“Quantos prantearão as oportunidades perdidas quando já for eternamente tarde demais. Hoje temos talento e oportunidade, mas não sabemos por quanto tempo serão nossos. Trabalhemos então enquanto é dia; pois a noite vem, em que ninguém pode trabalhar. ´Bem-aventurado aquele servo a quem o Senhor, quando vier, achar fazendo assim.´ Luc. 12:43”. Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 167.

Jesus definiu quem é o Pregador do Evangelho Eterno em João 7:18: “Quem fala por si mesmo está procurando a sua própria glória, mas o que procura a glória de quem o enviou, esse é verdadeiro e nele não há injustiça”.

Lembre-se sempre de Paulo em I Coríntios 2:13: “Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo cousas espirituais com espirituais.”


ESTE É O GRANDE SEGREDO.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia


NISTO CREMOS

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. Pode haver revisões destas declarações numa assembléia da Associação Geral, quando a Igreja é levada pelo Espírito Santo a uma compreensão mais completa da verdade bíblica ou encontra melhor linguagem para expressar os ensinos da Santa Palavra de Deus


01 As Escrituras Sagradas versão em Power Point,
clique aqui!As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para salvação. As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, o prova de experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus em História. › Razões bíblicas: 2 Pedro 1:20, 21; 2 Timóteo 3:16, 17; Salmos 119:105; Provérbios 30:5, 6; Isaias 8:20; João 17:17; 1 Tessalonicenses 2:13; Hebreus 4:12


02 A Trindade versão em Power Point,
clique aqui!Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação.› Razões bíblicas: Deuteronômio 6:4; Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:14; Efésios 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Timóteo 1:17; Apocalipse 14:7

03 Deus Pai versão em Power Point,
clique aqui!Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.› Razões bíblicas: Gênesis 1:1; Apocalipse 4:11; 1 Coríntios 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Timóteo 1:17; Êxodo 34:6, 7; João 14:9

04 Deus Filho versão em Power Point,
clique aqui!Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo paara sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas. Razões bíblicas: João 1:1-3, 14; Colossenses 1:15-19; João 10:30; 14:9; Romanos 6:23; 2 Coríntios 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filipenses 2:5-11; Hebreus 2:9-18; 1 Coríntios 15:3, 4; Hebreus 8:1, 2; João 14:1-3

05 Deus Espírito Santo versão em Power Point,
clique aqui!Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e trasnformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre estar com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade. › Razões bíblicas: Gênesis 1:1, 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; 2 Pedro 1:21; 2 Coríntios 3:18; Efésios 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13

06 A Criação versão em Power Point,
clique aqui!Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora."Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra" e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito bom", proclamando a glória de Deus. Razões bíblicas: Gênesis 1; 2; Êxodo 20:8-11; Salmos 19:1-6; 33:6, 9; 104; Hebreus 11:3

07 A Natureza do Homem versão em Power Point,
clique aqui!O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente. › Razões bíblicas: Gênesis 1:26-28; 2:7; Salmos 8:4-8: Atos 17:24-28; Gênesis 3; Salmos 51:5; Romanos 5:12-17; II Coríntios 5:19 e 20

08 O Grande Conflito versão em Power Point,
clique aqui!Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação.› Razões bíblicas: Apocalipse 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezequiel 28:12-18; Gênesis 6-8; II Ped. 3:6; Romanos 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Hebreus 1:4-14; I Coríntios 4:9

09 Vida, Morte e Ressurreição de Cristo versão em Power Point,
clique aqui!Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra.› Razões bíblicas: João 3:16; Isaías 53; II Coríntios 5:14, 15 e 19-21; Romanos 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filipenses 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Colossenses 2:15

10 A Experiência da Salvação versão em Power Point,
clique aqui!Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no Juízo.› Razões bíblicas: Salmos 27:1; Isaías 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II Coríntios 5:17-21: Gálatas 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Romanos 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Coríntios 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efésios 2:5-10; 3:16-19; Gálatas 3:26; João 3:3-8; Mateus 18:3; I Pedro 1:23, 2:21; Hebreus. 8:7-12

11 Crescimento em Cristo nova crença fundamental aprovada em 04 de julho de 2005, na 58ª Assembléia da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia Pela sua morte na cruz Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele subjugou os espíritos de demônios durante o Seu ministério terrestre e quebrou o seu poder e tornou certo o seu destino final. A vitória de Jesus dá-nos vitória sobre as forças do mal que continuam procurando controlar-nos, enquanto nós caminhamos com Ele em paz, alegria, e a garantia do Seu amor. Agora o Espírito Santo mora conosco e nos dá poder. Continuamente comprometidos com Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos livres do fardo dos nossos feitos passados. Não mais vivemos na escuridão, com medo dos poderes do mal, ignorância, e a falta de sentido de nosso antigo estilo de vida. Nessa nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer na semelhança de Seu caráter, comungando com Ele diariamente em oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nisso e em Sua providência, cantando Seus louvores, reunindo-nos juntos em adoração, e participando na missão da Igreja. Na medida em que nos entregamos ao serviço de amor àqueles ao nosso redor e ao testemunho da Sua salvação, Sua constante presença conosco através do Espírito transforma cada momento e toda tarefa numa experiência espiritual.Razões bíblicas: Salmos 1:1, 2; 23:4; 77:11, 12; Colossenses 1:13, 14; 2:6, 14, 15; Lucas 10:17-20; Efésios 5:19, 20; 6:12-18; I Tessalonicenses 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Corintios 3:17, 18; Filipenses. 3:7-14; I Tessalonicenses 5:16-18; Mateus 20:25-28; João 20:21; Gálatas 5:22-25; Romanos 8:38, 39; I João 4:4; Hebreus 10:25.


12 A Igreja versão em Power Point,
clique aqui!A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo com Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para fora deste mundo; e nos unimos para prestar culto para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para serviço a toda humanidade e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavras escrita. A Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A Igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém santa, sem defeito. › Razões bíblicas: Gênesis 12:3; Atos 7:38; Mateus 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Romanos 8:15-17; I Coríntios 12:13-27; Efésios 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15


13 O Remanescente e Sua Missão versão em Power Point,
clique aqui!A Igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três anjos do Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial.Razões bíblicas: Marcos 16:15; Mateus 28:18-20; 24:14; II Coríntios 5:10; Apocalipse 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efésios 5:22-27; Apocalipse 21:1-14

14 Unidade no Corpo de Cristo versão em Power Point,
clique aqui!A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não deve ser motivo de dissenções entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos.Razões bíblicas: Salmos 133:1; I Coríntios 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Coríntios 5:16 e 17; Gálatas 3:27-29; Colossenses 3:10-15; Efésios 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1

15 O Batismo versão em Power Point,
clique aqui!Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. Razões bíblicas: Mateus 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Romanos 6:1-6: Gálatas 3:27; I Coríntios 12:13; Colossenses 2:21 e 13; I Pedro 3:21

16 A Ceia do Senhor versão em Power Point,
clique aqui!A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos.Razões bíblicas: Mateus 26:17-30; I Coríntios 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apocalipse 3:20; João 13:1-17

17 Dons e Ministérios Espirituais versão em Power Point,
clique aqui!Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé, a cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço abnegado e caridade para ajuda e animação das pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pela Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a Igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a Igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor. › Razões bíblicas: Romanos 12:4-8; I Coríntios 12:9-11, 27 e 28; Efésios 4:8 e 11-16; II Coríntios 5:14-21; Atos 6:1-7; I Timóteo 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Colossenses 2:19; Mateus 25:31-36

18 O Dom de Profecia versão em Power Point,
clique aqui!Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o ensino e experiência.› Razões bíblicas: Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Hebreus 1:1-3; Apocalipse 12-17; 19:10

19 A Lei de Deus versão em Power Point,
clique aqui!Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão. › Razões bíblicas: Êxodo 20:1-17; Mateus 5:17; Deuteronômio 28:1-14; Salmos 19:7-13; João 14:15; Romanos 8:1-4; I S. João 5:3; Mateus 22:36-40; Efésios 2:8

20 O Sábado versão em Power Point,
clique aqui!O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus. › Razões bíblicas: Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Hebreus 4:1- 11; Deuteronômio 5:12-15; Isaías 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Levítico 23:32; Marcos 2:27 e 28

21 Mordomia versão em Power Point,
clique aqui!Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio do fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade. › Razões bíblicas: Gênesis 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Malaquias 3:8-12; Mateus 23:23; I Corintios 9:9-14

22 Conduta Cristã versão em Power Point,
clique aqui!Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, nós só nos envolvemos naquelas coisas que produziram em nossa vida pureza, saúde, e alegria semelhantes às de Cristo. Isto significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões de gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcóolicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar.› Razões b íblicas: I João 2:6; Efésios 5:1-13; Romanos 12:1 e 2; I Coríntios 6:19 e 20; 10:31; I Timóteo 2:9 e 10; Levítico 11:1-47; II Coríntios 7:1; I Pedro 3:1-4; II Coríntios 10:5; Filipenses 4:8

23 Matrimônio e Família versão em Power Point,
clique aqui!O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e casar-se com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcança completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é um dos característicos da mensagem final do evangelho.› Razões b íblicas: Gênesis 2:18-25; Deuteronômio 6:5-9; João 2:1-11; Efésios 5:21-33; Mateus 5:31 e 32; 19:3-9; Provérbios 22:6; Efésios 6:1-4; Malaquias 4:5 e 6; Marcos 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Coríntios 7:10 e 11

24 O Ministério de Cristo no Santuário Celestial versão em Power Point,
clique aqui!Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grade Sumo-sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue do sacrifício de animais vivos, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesta quem, dentro vivos permanece em Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino eterno. Esse julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permanecem leais a Deus, receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo Advento. › Razões bíblicas: Hebreus 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Daniel 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Números 14:34; Ezequiel 4:6; Malaquias 3:1; Levítico 16; Apocalipse 14:12; 20:12; 22:12

25 A Segunda Vinda de Cristo versão em Power Point,
clique aqui!A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo.› Razões bíblicas: Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tessalonicenses 4:16 e 17; I Coríntios 15:51-54; II Tessalonicenses 2:8; Mateus 24; Marcos 13; Lucas 21; II Timóteo 3:1- 5; Joel 3:9-16; Hebreus 9:28

26 Morte e Ressurreição versão em Power Point,
clique aqui!O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá 1000 anos mais tarde.› Razões bíblicas: I Timoteo 6:15 e 16; Romanos 6;23; I Cor. 15:51-54; Eclesiastes 9:5 e 6; Salmos 146:4; I Tessalonicenses 4:13-17; Romanos 8:35-39; João 5:28 e 29; Apocalipse 20:1-10; João 5:24

27 O Milênio e o Fim do Pecado versão em Power Point,
clique aqui!O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. › Razões bíblicas: Apocalipse 20; Zacarias 14:1-4; Jeremias 4:23-26; I Coríntios 6; II Pedro 2:4; Ezequiel 28:18; II Tessalonicenses 1:7-9; Apocalipse 19:17, 18 e 21



28 A Nova Terra versão em Power Point, clique aqui!Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria, e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declaram que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém. › Razões bíblicas: II Pedro 3:13; Gênesis 17:1-8; Isaías 35; 65:17-25; Mateus 5:5; Apocalipse 21:1-7; 22:1-5; 11:15

[ Voltar ]